O Iraque nas nossas salas… mas a que preço!

« A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) expressou hoje a sua tristeza depois do assassinato do jornalista iraquiano Adel Naji Al Mansouri, cujo corpo foi encontrado ontem em Bagdad. Este é o centésimo jornalista morto desde o início da guerra no Iraque, em Março de 2003. Um número “aterrador”, segundo a organização.
[…]
“Cem profissionais dos media mortos em três anos de conflito é um balanço aterrador”, disse a organização de defesa da liberdade de imprensa, com sede em Paris. “Nenhuma outra guerra tem sido tão mortífera para a imprensa desde a Segunda Guerra Mundial”, acrescentou a RSF. »

(Fonte: publico.pt)

Um pensamento em “O Iraque nas nossas salas… mas a que preço!”

  1. João, lamento a morte do jornalista, assim como lamento a morte de toda e qualquer pessoa de bem. A guerra do Iraque já fez demasiados mortos, a maior parte deles inocentes. Muitos jornalistas tiveram nela – na guerra – um papel essencial de apoio aos EUA e a George Bush. Nessa altura não houve tomadas de posição de organizazação nenhuma dee jornalistas, a denunciar a censura, a pressão e até a conivência de muitos profissionais da (des)informação relativamente ao que se passava no terreno. Este jornalista em concreto, não sei quem era, naturalmente. Presumo que fosse honesto, e a sua morte é um drama como todas as mortes são. Lamento profundamente.

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