Nous sommes tous Charlie


Posso não gostar das piadas brejeiras do Charlie Hebdo (ao pé deles, o Inimigo Público é o mais elegante dos pasquins), mas defendo como valor supremo a liberdade que lhes permite publicá-las. (Acima, o director do semanário francês – uma das vítimas da barbárie desta manhã – segurando uma das suas polémicas capas, aquando de um anterior atentado contra a sede do jornal, em 2011.)

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