A era do pós-redes sociais

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Fartei-me do Facebook, ando farto do Twitter e do Instagram (desde que apaguei as 3 aplicações do telemóvel, acho que ganhei quase uma hora por dia – para ler, estar com os meus filhos ou simplesmente… dormir!). Ando sem pachorra para escrever aqui no Café da Manhã. Eis um par de links que ajudam a explicar porque não sou o único:

The Facebook experiment has failed. Let’s go back.

E se a nossa vida estivesse dentro dos ecrãs?

O que o Facebook sabe sobre ti.

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War Games

Entre 1945 e 1998, as sete potências nucleares mundiais deflagraram 2053 engenhos nucleares. Esta animação, criada pelo artista japonês Isao Hashimoto, ilustra de forma surpreendentemente perturbadora estas cinco primeiras décadas de testes nucleares.

“One more thing…”

Algumas pessoas marcam a nossa vida: as que conhecemos, mas também as que nunca vimos. Steve Jobs é uma dessas pessoas. Usei pela primeira vez um Macintosh nos idos de 1990, num estágio que efectuei no jornal “Público”, no seu primeiro ano de vida. A simplicidade da coisa surpreendeu-me, pois toda a gente comentava na altura como os “Macs” eram complicados. Mas só em 2001 comprei pela primeira vez um produto com o logótipo da maçã: um iPod para oferecer ao meu irmão. E só mais tarde, já em 2007, comprei o meu primeiro “brinquedo” com a assinatura da marca de Cupertino: um iPod Touch da primeira geração, que ainda hoje me dá música diariamente.

Mas ao escrever este post no meu Macbook Pro, não é Steve Jobs, o visionário da tecnologia, que me apetece recordar. É o Steve inspirador. É o Steve que lutou contra um cancro no pâncreas durante sete anos, e que chegou a estar convencido de que o tinha derrotado. É o Steve que investiu na Pixar e lhes permitiu dar-nos pérolas como “Toy Story”, “Cars”, “Monsters & Co.” ou “Up”. Porque sempre que os meus filhos revirem as aventuras de Woody e Buzz Lightyear, de Faísca McQueen e Sally, um cantinho secreto dentro de mim sorrirá e, em silêncio, prestará homenagem ao homem que tornou possíveis tantas gargalhadas.

Obrigado Steve, e até sempre.