Vasco Graça Moura (1942-2014)

Por Detrás da Magnólia

“Soneto do amor e da morte

quando eu morrer murmura esta canção
que escrevo para ti. quando eu morrer
fica junto de mim, não queiras ver
as aves pardas do anoitecer

a revoar na minha solidão.
quando eu morrer segura a minha mão,
põe os olhos nos meus se puder ser,
se inda neles a luz esmorecer,

e diz do nosso amor como se não
tivesse de acabar, sempre a doer,
sempre a doer de tanta perfeição

que ao deixar de bater-me o coração
fique por nós o teu inda a bater,
quando eu morrer segura a minha mão.”

E as 50 perguntas do Expresso a Vasco Graça Moura, por ocasião dos 50 anos da sua carreira literária, em 2012.

[/via Facebook da Granta Portugal]

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Um pensamento em “Vasco Graça Moura (1942-2014)”

  1. words: female hyarvgpmyEeery society in world history was defined by those two words…and feminists think they can change it.This ship is going nowhere but down.

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