Arthur C. Clarke (1917-2008)

Deixou-nos uma vasta obra fantástica, mas foi mais longe do que isso: foi o primeiro a propor as comunicações por satélite (a órbita geoestacionária é ainda hoje conhecida por órbita de Clarke) e a própria World Wide Web é baseada numa ideia incluída num dos seus livros. Formou com Isaac Asimov e Robert Heinlein a trilogia de autores que me iniciou na ficção científica e, juntamente com Carl Sagan, na ciência em geral. O seu “Mundo Misterioso de Arthur C. Clarke” populou-me a imaginação na juventude, e ainda hoje me cai o queixo ao reler ou rever “2001, Odisseia no Espaço”. Despeço-me dele com um simples obrigado, e com a esperança de que os meus filhos descubram um dia nos seus livros o que eu também neles encontrei.

Arthur C. Clarke partiu na semana passada para as suas estrelas, mas deixou-nos encarregues de cumprir os três desejos que formulou no ano passado, ao celebrar o seu 90º aniversário:

* Encontrar provas irrefutáveis de vida extraterrestre
* Adoptar fontes de energia limpas, acabando com a dependência do petróleo
* Assegurar o estabelecimento de uma paz duradoura no Sri Lanka, o seu país de adopção

Não o desapontemos.

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