Morre!

A morte de um ditador deveria ser sempre uma festa. No caso de Augusto Pinochet, aquele resquício de decoro que nos impede de festejar dura apenas uma brevíssima fracção de segundo.

Em tua honra, grande filho da puta:

Let me ask you one question
Is your money that good
Will it buy you forgiveness
Do you think that it could
I think you will find
When your death takes its toll
All the money you made
Will never buy back your soul

And I hope that you die
And your death’ll come soon
I will follow your casket
In the pale afternoon
And I’ll watch while you’re lowered
Down to your deathbed
And I’ll stand o’er your grave
‘Til I’m sure that you’re dead

(Bob Dylan, “Masters of War”, 1963)

5 opiniões sobre “Morre!”

  1. Pinochet foi de facto um dos mais brutais animais que a humanidade conheceu. Ironicamente foi Salvador Allende quem o fez ascender na hierarquia militar, a qual Pinochet usou para chegar a um poder onde sempre foi fantoche da verdadeira oligarquia chilena: a do petróleo, das minas, dos lucros fabulosos obtidos à conta da miséria de uma nação.

    Pinochet: foste de facto um grande FILHO DA PUTA. Não deixas saudades, cabron…

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