E 15 anos depois, quem deporá Putin, o assassino?

Foram momentos de grande tensão não só na Rússia, mas também para todos os que a Ocidente torciam pela democratização do “Grande Urso”: a 19 de Agosto de 1991, os tanques ocuparam o centro de Moscovo e tentaram desfazer pela força das armas o que Mikhail Gorbatchev conseguira desde a sua subida ao poder: a política de transparência e abertura, da perestroika e da glasnost, o lento mas decidido desmembrar do regime comunista que oprimira a União Soviética e os países satélites da Europa de Leste durante décadas, o fim da Guerra Fria que mantivera o mundo suspenso do holocausto nuclear durante mais de quarenta anos.

Gorbatchev manteve o poder, graças ao apoio popular mas também à sagacidade política de um homem que entraria para a História nesse dia, falando à multidão do alto de um tanque: Boris Ialtsin, o homem que sucederia a Gorby na presidência da Federação Russa.

José Milhazes, à data correspondente da TSF em Moscovo e hoje jornalista do “Público”, assinala com um curioso post a forma como testemunhou esses históricos acontecimentos que moldariam a face do mundo no final do séc. XX.

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