Era uma vez um arrastão

Diana Andringa é uma das melhores jornalistas portuguesas. Diana Andringa foi presidente do Sindicato dos Jornalistas. Diana Andringa é uma referência dos ‘media’ no nosso país.

Quando Diana Andringa escreve, fala ou filma, eu acredito. E os poderes que nos regem(?), estão à espera de quê para reagir a isto?

Está AQUI o vídeo que as nossas televisões não querem passar.

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2 opiniões sobre “Era uma vez um arrastão”

  1. João,

    Perfeitamente de acordo. As TV’s vivem disto e acrescentam os pontos necessários para que as histórias ganhem a dimensão que lhes interessa.
    Mas os chamados “arrastões” existem. E eu (e a Célia) já estivemos no seio de um deles, durante uma viagem no autocarro 51. 20/30 assaltantes entraram pelo autocarro (na zona do Estádio da Luz) e até à Buraca agrediram e roubaram a quase totalidade dos passageiros. Tentaram também roubar a caixa do autocarro e, nessa altura, agrediram o motorista.

    A Diana Andriga não anda de autocarro 51… Mas isso não lhe retira o mérito desta denúncia.

    Abraço

  2. Ninguém nega o crescendo de violência no nosso país, Rui. O que não se compreende é a associação sistemática que se faz dessa realidade à questão da imigração e das minorias étnicas, esquecendo as causas inerentes (pobreza, miséria, exclusão social). E como explicar a criação mediática de um falso arrastão? Que interesses serviu? Os dos movimentos racistas e neo-nazis que marcharam no Sábado seguinte no Martim Moniz?

    Já agora: o desmentido do arrastão fez capa no semanário “Expresso” desta semana, para quem não tenha dado por isso. Sim, porque o destaque mediático não será certamente o mesmo da notícia original…

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