Designated driver

Quantos mais mortos serão necessários nas estradas portuguesas até que adoptemos esse costume anglo-saxónico do “designated driver”??

Apesar de beberem MUITO mais do que nós, os ingleses têm números de mortalidade rodoviária ridiculamente baixos quando comparados com os nossos. A explicação não está na qualidade das estradas nem na idade do parque automóvel (há que reconhecer que foram dois dos parâmetros em que nos aproximámos da média europeia nos últimos anos), mas sim na figura do “designated driver”: quando um grupo de amigos sai à noite para beber, há sempre um “desgraçado” que (sorteado entre os demais ou de outra forma) fica encarregue de conduzir os restantes a casa após a festa, e que NÃO TOCA NUMA GOTA DE ÁLCOOL. Rodando entre os membros do grupo, nem custa muito e pode significar a diferença entre a vida e a morte (própria e alheia…).

Não teremos muito a aprender com o comportamento social dos nossos amigos ingleses, mas neste caso não perdíamos nada em olhar para o seu exemplo.

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