O realizador espanhol Pedro Almodovar produziu uma curta-metragem para apoiar o juiz Baltazar Garzón, condenado na semana passada a onze anos de inibição do exercício da Justiça por ter excedido as suas competências ao ordenar escutas entre réus e os seus advogados. Garzón está virtualmente afastado dos tribunais para o resto da vida, mas um erro de forma não apaga a voz que deu às vítimas de Pinochet, Franco e seus comparsas.
Chegou o momento de seres um herói
A DC Comics vai doar até um milhão de dólares para o combate à fome no Corno de África, mas precisa da tua ajuda.
Ambos sabemos que sempre quiseste ser um super-herói… verdade?
Porque nem as super-heroínas estão imunes
Este blog nunca vos pediu nada…
…mas isso está prestes a mudar:
O meu amigo e ex-colega Fred Lessing está a vender o mais recente álbum da sua banda, os Daymoon, por um euro, para financiar o tratamento do cancro do cólon da sua mulher Inês. A música é excelente, o preço convidativo, e um euro é um euro.
PODEM COMPRAR O ÁLBUM AQUI.
Vamos lá pessoal, não me deixem ficar mal. Obrigado!
Bravo, João!
Todos devíamos ter um primo na animação. ![]()
Parabéns, João Gargaté!
War Games
Entre 1945 e 1998, as sete potências nucleares mundiais deflagraram 2053 engenhos nucleares. Esta animação, criada pelo artista japonês Isao Hashimoto, ilustra de forma surpreendentemente perturbadora estas cinco primeiras décadas de testes nucleares.
“One more thing…”

Algumas pessoas marcam a nossa vida: as que conhecemos, mas também as que nunca vimos. Steve Jobs é uma dessas pessoas. Usei pela primeira vez um Macintosh nos idos de 1990, num estágio que efectuei no jornal “Público”, no seu primeiro ano de vida. A simplicidade da coisa surpreendeu-me, pois toda a gente comentava na altura como os “Macs” eram complicados. Mas só em 2001 comprei pela primeira vez um produto com o logótipo da maçã: um iPod para oferecer ao meu irmão. E só mais tarde, já em 2007, comprei o meu primeiro “brinquedo” com a assinatura da marca de Cupertino: um iPod Touch da primeira geração, que ainda hoje me dá música diariamente.
Mas ao escrever este post no meu Macbook Pro, não é Steve Jobs, o visionário da tecnologia, que me apetece recordar. É o Steve inspirador. É o Steve que lutou contra um cancro no pâncreas durante sete anos, e que chegou a estar convencido de que o tinha derrotado. É o Steve que investiu na Pixar e lhes permitiu dar-nos pérolas como “Toy Story”, “Cars”, “Monsters & Co.” ou “Up”. Porque sempre que os meus filhos revirem as aventuras de Woody e Buzz Lightyear, de Faísca McQueen e Sally, um cantinho secreto dentro de mim sorrirá e, em silêncio, prestará homenagem ao homem que tornou possíveis tantas gargalhadas.
Obrigado Steve, e até sempre.



