



Campanha da Associação de Luta Contra o Cancro (ALCC), Moçambique.
[/via Hummmm... I see]
…mas isso está prestes a mudar:
O meu amigo e ex-colega Fred Lessing está a vender o mais recente álbum da sua banda, os Daymoon, por um euro, para financiar o tratamento do cancro do cólon da sua mulher Inês. A música é excelente, o preço convidativo, e um euro é um euro.
PODEM COMPRAR O ÁLBUM AQUI.
Vamos lá pessoal, não me deixem ficar mal. Obrigado!
Todos devíamos ter um primo na animação. ![]()
Parabéns, João Gargaté!
Entre 1945 e 1998, as sete potências nucleares mundiais deflagraram 2053 engenhos nucleares. Esta animação, criada pelo artista japonês Isao Hashimoto, ilustra de forma surpreendentemente perturbadora estas cinco primeiras décadas de testes nucleares.

Algumas pessoas marcam a nossa vida: as que conhecemos, mas também as que nunca vimos. Steve Jobs é uma dessas pessoas. Usei pela primeira vez um Macintosh nos idos de 1990, num estágio que efectuei no jornal “Público”, no seu primeiro ano de vida. A simplicidade da coisa surpreendeu-me, pois toda a gente comentava na altura como os “Macs” eram complicados. Mas só em 2001 comprei pela primeira vez um produto com o logótipo da maçã: um iPod para oferecer ao meu irmão. E só mais tarde, já em 2007, comprei o meu primeiro “brinquedo” com a assinatura da marca de Cupertino: um iPod Touch da primeira geração, que ainda hoje me dá música diariamente.
Mas ao escrever este post no meu Macbook Pro, não é Steve Jobs, o visionário da tecnologia, que me apetece recordar. É o Steve inspirador. É o Steve que lutou contra um cancro no pâncreas durante sete anos, e que chegou a estar convencido de que o tinha derrotado. É o Steve que investiu na Pixar e lhes permitiu dar-nos pérolas como “Toy Story”, “Cars”, “Monsters & Co.” ou “Up”. Porque sempre que os meus filhos revirem as aventuras de Woody e Buzz Lightyear, de Faísca McQueen e Sally, um cantinho secreto dentro de mim sorrirá e, em silêncio, prestará homenagem ao homem que tornou possíveis tantas gargalhadas.
Obrigado Steve, e até sempre.
A campanha foi lançada por um conjunto de prostitutas irlandesas, e visa lembrar que elas também são seres humanos como as outras mulheres. Num país de forte tradição católica como é a Irlanda, o impacto está garantido à partida.
[Via: BBC Brasil]
Através da sua objectiva, o fotógrafo norte-americano Matt Black leva-nos ao outro lado da emigração: o lado das aldeias desertas, das comunidades envelhecidas, dos povos ancestrais sem futuro.
As fabulosas fotografias do projecto People of Clouds podem ser vistas no sempre recomendado The Big Picture. O projecto pode ainda ser seguido no Facebook e financiado no Kickstarter. Outros projectos do fotógrafo podem ser encontrados no seu site.
A liberdade do dinheiro é inimiga da liberdade das pessoas.
(Eduardo Galeano, entrevistado na “acampada” de Barcelona)
Entre entrevistadores e entrevistado há quase 50 anos físicos, mas a identificação é completa. Bravo, Eduardo Galeano!
[/via Ciberescritas]
O fotógrafo de guerra e realizador britânico Tim Hetherington já era famoso por ter ganho o World Press Photo em 2007 com a foto de um soldado norte-americano no Afeganistão. A sua fama cresceu com a nomeação de Restrepo, o seu documentário sobre a vida de um pelotão americano naquele país asiático, para o Óscar de melhor documentário (filme também premiado no Festival Sundance de 2010). Cobriu ainda conflitos como o da Libéria ou o do Darfur.

Prémio World Press Photo 2007, Tim Hetherington
Tim fotografava com a Canon EOS 5D, carregando consigo dois corpos pois preferia as lentes de distância focal fixa. Referia-se a elas e à câmara de vídeo que também transportava consigo como a sua “armadura pessoal”. Hoje a “armadura” não foi suficiente para o proteger de um RPG disparado pelas forças leais a Kadafi, que o matou enquanto acompanhava os rebeldes na cidade de Misurata. Consigo morreu ainda o fotógrafo americano da Getty Images, Chris Hondros (as suas últimas imagens podem ser vistas aqui).
O último tweet na conta @TimHetherington não prognosticava nada de bom:
In besieged Libyan city of Misrata. Indiscriminate shelling by Qaddafi forces. No sign of NATO.—
Tim Hetherington (@TimHetherington) April 19, 2011
A crueza e humanidade de Restrepo ficam como um tributo a Tim Hetherington:
Às vezes tenho saudades dos meus tempos na Campanha Roupas Limpas…
O site do projecto: theiouproject.com
[Descaradamente roubado do Facebook da mana.]